Powered By Blogger

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

III Festival da Canção UVA‏




Nos dias 26 e 27 de outubro, na margem esquerda do rio Acaraú, em Sobral aUniversidade Estadual Vale do Acaraú, o Governo do Estado do Ceará e aPrefeitura de Sobral realizam o III Festival Universitário da Canção - UVA. O Festival será uma mostra do talento musical de estudantes e professores universitários e é aberto a participação de compositores de instituições de ensino superior de todo o país.
As inscrições estão abertas até 11 de outubro. Informações no 88.36116990 ou pelo www.uvanet.br
Inscreva sua canção e mostre o seu talento.
Parceiros: INTA, IADE, IDECC, IDJ, IVA, IFCE, SESC e CDL.

III Conferencia da Juventude - Sobral - 2011‏




Neste sábado (01) no Centro de Convenções de Sobral acontecerá a III Conferencia da Juventude, que reunirá centenas de jovens para discutir propostas para a politica sobralense. Será uma oportunidade do jovem expor seu ponto de vista sobre vários assuntos de relevante importância na politica sobralense!
Mais informações pelo Site: comjuvsobral.blogspot.com 

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Grande Show com o cantor Lenine em Sobral !!

“O PT é a esquerda que o Brasil conseguiu ter”


Revista Caros Amigos

Entrevista Lincoln Secco
O professor da USP acaba de lançar livro em que analisa a trajetória do PT e fala sobre o papel de Lula na história da agremiação

Por Júlio Delmanto

“O PT ampliou o seu discurso para cima (burguesia) e para baixo e conquistou parte das classes desamparadas. Assim, não podemos negar que Lula e o PT tiveram a capacidade de compreender as contradições sociais de seu tempo. Eles encontraram a forma na qual as contradições podiam se mover. E este é, no fim das contas, o método pelo qual elas são resolvidas segundo disse Marx. Ao menos até o instante em que o leito em que adormecem os conflitos se torne estreito demais para acomodá-los.”
O parágrafo final do livro História do PT (Ateliê Editorial), de Lincoln Secco, professor da matéria desde 2003 na USP, resume bem o tom e os objetivos da obra recém publicada. Como aponta o autor, não há uma história do Partido dos Trabalhadores, nem mesmo uma oficial feita pela agremiação que governa o país desde 2002.
A partir de um olhar que “não se pretende nem oficial nem de um dissidente”, é a complexidade da trajetória de um partido que nasce negando as vanguardas e o Leste Europeu, em meio a diversidade de formas políticas que voltaram a ganhar fôlego com o ocaso da ditadura configura- se com uma inédita convivência de tendências e com o tempo acaba colocando como horizonte organizador da vida partidária não mais estas tendências, mas os parlamentares e o jogo institucional que Lincoln Secco (autor também de Caio Prado Júnio – o sentido da revolução – Boitempo) apresenta e analisa em seu novo livro, e sobre a qual conversou com a Caros Amigos na entrevista que segue.
Caros Amigos - Em primeiro lugar, gostaria que você comentasse o que o motivou a escrever esta história do PT. Nota-se que há preocupação em que o livro seja leve e acessível ao público em geral, para além da academia, gostaria que comentasse essa opção também.
Lincoln Secco - Eu notei que não havia uma história abrangente do PT e que agora era o momento de alguém fazer isso, porque o PT passou por todas as fases possíveis, das greves do ABC paulista ao governo do Brasil. Eu também fui testemunha ocular de algumas coisas, embora na base do partido. Assim, pude ver bagrinhos de ontem tornarem-se os capas pretas de hoje, como se diz no jargão petista. Numa condição assim, eu nem poderia fazer uma obra estritamente acadêmica. Além disso, eu acho que a história do PT pode ser lida de maneira mais equilibrada pelos jovens que nem tinham nascido em 1989, por exemplo, e por um público amplo, politizado, mas nem sempre partidarizado.
Em diversos momentos do começo da história do PT você tem o cuidado de ressaltar o número de vezes em que a palavra “socialismo” é pronunciada, em encontros e documentos, por exemplo. É possível dizer que o PT nasce como um partido socialista?
Ele nasce como espaço em disputa por muitas tendências socialistas ou não. Florestan Fernandes achava que o PT era operário e socialista, ainda em 1990. Ele tinha que dizer isso, porque estava disputando o PT. Eu sempre fui admirador dele no partido e ainda penso que ele foi o intelectual mais importante que o PT teve. Mas hoje, vejo que o PT nasceu com linguagem radical e extraparlamentar até que se tornasse o contrário disso por volta de 1990. Ou seja: o futuro do PT não estava definido em 1980, mas uma vez que o caminho trilhado se completou, nós podemos vê-lo como uma típica trajetória social democrata.
Em seu livro notam-se algumas datas chave na história do PT, como 1978, 1984, 1989, 2002 e 2005. Algum destes momentos pode ser destacado como mais marcante nesta trajetória?
É difícil escolher. Mas eu apontaria dois muito próximos: a chegada de Lula à presidência em 2002 e a crise do PT em 2005, quando pareceu que Lula poderia ter sofrido um impeachment de consequências mortais para o partido.
Você destaca muito o papel, retórico e prático dos núcleos de base na trajetória do PT, especialmente nos anos 1980. A perda de importância dos núcleos é causa ou consequência da crescente priorização da via eleitoral na vida do partido?
Esta é uma excelente questão, porque ambos os processos andaram combinados. Eu diria que um alimenta o outro. Como eu mostro no livro, os núcleos do PT não desapareceram. Eles estão aí ainda hoje. Por outro lado, mesmo no início eles tinham dificuldade de influenciar a vida partidária. A tensão dialética entre o impulso eleitoral e a força militante se resolveu na forma de um partido ao mesmo tempo parlamentar e hegemônico nos movimentos sociais. Mas lembremos que a burocratização não foi só do PT. Não ocorre o mesmo com a CUT e, em menor medida, com a UNE e o MST?
O PT teve, desde seu início, forte ligação com movimentos sociais. Como você avaliaria o peso de movimentos como CUT e MST na história do PT? O partido sempre criticou a tática de movimentos serem utilizados como “correia de transmissão” de ideais partidários, é possível dizer que, com o tempo, o próprio PT acabou atuando desta forma em relação aos movimentos sociais?
O que aconteceu é que os movimentos sociais também se submeteram à lógica da sociedade que os acolheu. Assim como o PT foi se inserindo na Ordem, os movimentos também foram. A situação mudou em 2002. Ali, sim, os movimentos se submeteram, mas não ao PT e sim ao Governo Federal. O próprio PT submeteu-se inteiramente ao governo.
Qual o papel que a derrota nas eleições de 1989 tem na trajetória subsequente do PT? Caso Lula vencesse, seria possível governar o país com as proposições e a conjuntura daquele momento?
Como historiador, eu devo dizer que só em circunstâncias muito específicas me interessa o que deveria ou poderia ter acontecido. Esta é uma delas, porque nos faz pensar nas vias que a esquerda tentou para chegar ao poder na América Latina. É provável que a um hipotético Governo Lula, em 1990, fosse um fracasso do ponto de vista econômico e terminasse desmoralizado pela inflação, embora não por corrupção, como aconteceu com Alan Garcia no Peru. Mas o que importa é o fato de que a derrota foi importantíssima para que o PT escolhesse de vez o caminho da integração à Ordem estabelecida, até mesmo expulsando as tendências que não concordavam com o aggiornamento.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Tudo sobre Cordel com Léo Medeiros

O grande cordelista sobralense Léo Medeiros, que compôs vários cordéis e musicas, abre uma serie de entrevistas que acontecerão durante o aniversário de 1 ano do BLOG DO YAGO BRASIL!!




  1. O que é um cordel?
Segundo o Francês Raimond Cantel um grande pesquisador francês que possuía mais de 15 mil folhetos de cordéis de diferentes países o cordel quer dizer: “poesia narrativa popular impressa”. Mas acredito que a definição vai além dessa dada pelo francês, uma vez que você pode escrever uns versos cantar para alguém e não publicar ou mesmo postar na internet.
  1. Qual a origem do cordel?
Pelo o que eu sei ele tem origem européia. Existem relatos que o cordel nasceu na Alemanha, Inglaterra e depois se espalhou pela península Ibérica: Portugal e Espanha, através dos nossos colonizadores o cordel chegou no Brasil.
  1. Como se cria um cordel?
Primeiro de tudo você precisa de um tema para trabalhar os versos, depois obdecer as três regras básicas que constitui um cordel: Métrica, rima e oração
  1. Como se confeccionava um cordel no passado? E o que mudou com a tecnologia?
Antigamente era produzido em máquinas tipográficas e ilustradas com figuras e xilogravuras. Hoje está mais moderno com as máquinas offsets e máquinas de Xerox, se cria uma arte e a mesma serve para ilustrar o tanto de capas que se desejar.
  1. Quais os principais cordelistas da atualidade?
Gonçalo Ferreira da Silva (presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel), Manoel Monteiro, Arievaldo Viana, Klevisson Viana, Rouxinol do Rinaré, Azulão...
  1. Que obra você destacaria como a mais importante?
Pense numa pergunta difícil, mas destaco uma que foi escrita em 1904 e ainda hoje é bastante lida e comercializada: Pavão Misterioso de José Camelo de Melo Resende
  1. Quais temas podem ser abordados em um cordel?
O cordel aborda todos os temas possíveis, qualquer assunto possível é tema para a confecção de cordel. Futebol, amor, política, religião...
  1. Quais os tipos de cordel?
Existem mais de 30 modalidades ou forma de escrever um cordel, mas as mias usadas são: Sextilha, setilha, oitavas, quadras e décimas.

Sextilhas – estrofes de seis versos
As gotas da inspiração
Vêm duma nuvem saudosa
Que paira sobre o poeta
Perfuma a rima com rosa
Depois espalha o odor
No final de cada glosa.

Léo Medeiros
Sobral, 12 de agosto de 2007.

Setilha - estrofes de sete versos

Ontônia de Carabina
Ô peste linda do cão
Os zoiá dessa minina
Parte quarqué coração
Parece inté o luá
Quilariano um pumá
Em noite de escuridão.

Léo Medeiros

Quadras – estrofes de quatro versos

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Gonçalves Dias



Décima - estrofes de dez versos

Passeando na campina
Verdejante do inverno
Vi o sol trocar o terno
Vestindo a negra cortina;
Uma ave de rapina
Rainha do “alvoredo”
Lamentava num rochedo
A falta de claridade
Chora a noite com saudade
Do sol que dormiu mais cedo.

Glosa: Léo Medeiros
Sobral, 13/02/2008.



  1. Há quanto tempo você trabalha no cordelismo?
Escrevo cordel desde os 8 anos de idade, desde o quinto ano no colégio, eu já apresentava trabalhos em forma de cordel, mas só vim a publicar meu primeiro trabalho em 2001, o cordel As Gêmeas do Pacujá.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Celso Amorim assegura a militares que não vai reinventar a roda


Correio do Brasil

O recém nomeado ministro de Defesa, CelsoAmorim, assegurou que não vai reinventar a roda à frente da pasta, depois de se reunir com o comando das Forças Armadas.
Amorim, que foi ministro do Exterior durante os oito anos do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, se reuniu no Palácio do Planalto com o comandante do Exército, o general Enzo Peri, com o chefe da Força Aérea, o brigadeiro Juniti Saito, e com o comandante da Marinha, o almirante Júlio Soares de Moura Neto.
Segundo comunicado, também participou da reunião, que durou uma hora e 45 minutos, o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, José Carlos de Nardi.
O ministro manifestou sua intenção de executar as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa, aprovada em 2008, e expressou que não vai reinventar a roda durante sua gestão.
A reunião, que foi qualificada de produtiva, tinha o objetivo principal de estabelecer um primeiro contato entre ambas as partes para que Amorim pudesse conhecer de forma breve as questões mais relevantes no âmbito de atuação das Forças Armadas, temas relacionados com o orçamento do setor e a agenda de trabalho.
Previamente, Amorim, diplomata de carreira, almoçou com a presidente Dilma Rousseff, de quem recebeu as primeiras diretrizes para o Ministério, segundo a nota.
Segundo a imprensa, alguns comandantes militares criticaram em privado a nomeação de Amorim por considerar que seu perfil de diplomata não é o mais indicado para a pasta da Defesa.
Em uma tentativa de transmitir confiança às Forças Armadas, Dilma se dirigiu separadamente aos altos comandantes militares, a quem pediu que mantivessem a normalidade institucional.

sábado, 6 de agosto de 2011

Amorim na Defesa é um excelente sinal para o governo inteiro


Do Blog do Rovai


Dilma ganhou a eleição por conta do apoio de Lula. Isso é fato. E não é demérito.
Ela fez parte do governo do ex-presidente desde o seu primeiro dia. E ainda participou da equipe de transição. Ou seja, poucos foram tão importantes no governo Lula quanto ela. Ou seja, ela foi candidata de um governo cujo sucesso ajudou a construir. E Lula era o símbolo daquele sucesso, por isso seu apoio foi tão importante.
Mas é fato também que Dilma ganhou a eleição por ter méritos. Muitos méritos. E um dos momentos onde mostrou-os com maestria foi no debate do segundo turno na TV Bandeirantes, quando ela sacou o Paulo Preto do bolso e meteu o engenheiro na testa de Serra. E ao mesmo tempo lembrou que a esposa de Serra é que tinha começado essa história do aborto. Deu um banho no tucano naquele debate. E na minha opinião derrotou-o ali.
Antes daquele debate a diferença entre ambos tinha chegado na margem do empate técnico. O clima era de estupefação na direção da campanha. E a militância começava a entrar em desespero.
Escrevi uma reportagem para a Fórum após a eleição que publiquei neste blog em dois posts. Você pode ler aqui e aqui. Nenhum outro veículo publicou algo tão detalhado sobre aquela disputa. Acho que vale a pena ler porque ajuda a entender o que está acontecendo hoje.
Mas o que isso tem a ver com a queda de Jobim e a volta do chanceler Celso Amorim, agora como ministro da Defesa, para o governo. Tem o seguinte, Dilma está aos poucos assumindo seu espaço e botando ordem na casa. Como fez no segundo turno, a partir do debate da Bandeirantes.
Seu ministério tem atualmente uma cara mais interessante do que no dia 1 de janeiro.
A saída de Palocci e de Luis Sérgio do núcleo central e o deslocamento do poder que eles tinham para a dupla Gleisi Goffmann e Ideli Salvati fez bem ao governo.
Como também faz bem ao governo a chegada de Celso Amorim que é incomparavelmente mais sério, nacionalista e competente do que Jobim.  O ex-ministro não era só um quinta-coluna no ministério, mas alguém de competência bastante questionável. Que não soube, por exemplo, conduzir nem a compra de meia dúzia de aeronaves.
Dilma ainda tem que melhorar muita coisa. Algumas que, inclusive, desandaram sob a sua gestão. Uma delas para a qual tenho sempre chamado a atenção e onde o seu governo perde de 10 para o de Lula é a da Cultura.
A decepção nesse setor é imensa. Tanto pelo que está sendo feito como pelo que não está sendo feito pelo atual MinC.
Mas a entrada de Amorim é um alento de que a presidenta conhece o time que tem e de que é boa na hora das substituições.
Ou seja, Dilma é aquele tipo de técnica que sabe mexer na equipe durante o jogo.
O que, se vier a se confirmar durante os próximos anos,  significa que seu governo tem potencial para terminar melhor do que começou.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A queda de audiência da TV Globo

Folha.com

Dados consolidados e exclusivos sobre a audiência da TV aberta no Brasil, obtidos pela Folha, apontam que a Globo perdeu 8% de sua audiência e 8% de sua participação nas TVs ligadas, nas 24 horas do dia, no primeiro semestre deste ano, quando comparado ao mesmo momento em 2010. Ainda assim, a emissora continua na liderança.
Sem Copa ou nenhum outro grande evento esportivo, a Globo obteve média de 14,1 pontos de ibope nas 14 capitais analisadas. Em 2010 a emissora obtivera 15,3 pontos. A Band oscilou negativamente em 2% --e obteve 1,9 ponto no primeiro semestre de 2010 para 1,8 neste.
Por outro lado, Record, SBT e RedeTV! tiveram ganho de audiência este ano: todas subiram em média 2%. Record e RedeTV! tiveram ganho ainda maior, de 3%, no share.
Diferentemente da metodologia feita para a Grande São Paulo, quando cada ponto de audiência equivale a 58 mil domicílios sintonizados, na medição nacional cada ponto equivale a cerca de 185 mil domicílios ou 577 mil pessoas.

Ibope perdido com TV ligada

Outro dado que chama a atenção no relatório deste primeiro semestre de ibope das TVs abertas é que o número de TVs ligadas, tanto no país quanto na Grande São Paulo, tem permanecido estável e sem alteração. Isso pode ser observado nos números dos últimos 10 anos, seja em qual for a faixa horária.
Uma das interpretações desses dados é que está havendo de fato uma migração de público que antes era absolutamente fiel à Globo para outros canais. Isso porque as TVs continuam ligadas, mas o telespectador está zapeando. Isso ocorre em praticamente todas as faixas horárias, exceto a chamada faixa nobre, que vai das 18h à 0h. Nesse período o público da Globo ainda é fidelizado.
Entre as cidades analisadas pelo PNT (Painel Nacional de Televisão) estão Rio, São Paulo, Fortaleza, Campinas, Distrito Federal, Recife, Belo Horizonte, Belém, Porto Alegre, Vitória, Curitiba, Florianópolis, Salvador, etc.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Programação Completa Férias no Ceará 2011





ATRAÇÕES




 Gilberto Gil 

Dia 30/06 Local: Juazeiro - Praça dos Romeiros; Banda de Abertura: Geração Ypsilone
Dia 02/07 Local: Fortaleza - Parque do Cocó; Banda de Abertura: Monomotor
Dia 03/07 Local: Sobral - Arco de Nossa Senhora de Fátima Banda de Abertura: Zero 85
Dia 05/07 Local: Canindé - Praça Dr.Aramis Banda de Abertura: Electrocactus



Roberta Sá 

Dia 07/06 Local: Crato - Praça da Estação; Banda de Abertura: Coda
Dia 09/07 Local: Fortaleza - Parque do Cocó; Banda de Abertura: Reite



Vanessa da Mata 


Dia 21/07 Local: Mauriti - Praça da Bela Vista; Banda de Abertura: Outdoor
Dia 22/07 Local: Russas - Parque Ecológico Logoa da Caiçara; Banda de Abertura: Inbeats
Dia 23/07 Local: Camocim - Av da Beira Mar; Banda de Abertura: Zona Azul
Dia 24/07 Local: Caucaia - Ao lado da praça do Anfiteatro; Banda de Abertura: Groovytown

  
Lulu Santos 


Dia 28/07 Local: Brejo Santo - Rua Joana Leite de Moura ; Banda de Abertura: OVerbo
Dia 29/07 Local: Tamboril - Parque Brigadeiro Sampaio; Banda de Abertura: Reite
Dia 30/07 Local: Ubajara - Ao Lado da Rodoviária; Banda de Abertura: Zero 85
Dia 31/07 Local: Pacatuba - Pátio do Portal de Turismo; Banda de Abertura: Soul Pop

  
Seu Jorge 


Dia 23/07 Local: Cascavel - Praça São Francisco; Banda de Abertura: Arsenic
Dia 24/07 Local: Quixadá - José de Barro; Banda de Abertura: Codigo de Barras



Jorge Ben Jor 


Dia 14/07 Local: Barbalha - Parque da Cidade; Banda de Abertura: Monomotor
Dia 15/07 Local: Morada Nova - Av Manoel Castro Filho; Banda de Abertura: Soul Pop
Dia 16/07 Local: Fortaleza - Parque do Cocó; Banda de Abertura: Verona
Dia 17/07 Local: Crateús - Praça da Matriz; Banda de Abertura: Groovytown




Zélia Duncan 


Dia 28/07 Local: Pacajus - Praça de Eventos; Banda de Abertura: The Dillas
Dia 29/07 Local: Iguatu - Av Marechal Castelo Branco; Banda de Abertura: Verona
Dia 30/07 Local: Fortaleza - Parque do Cocó; Banda de Abertura: Inbeats
Dia 31/07 Local: Ipú - Praça da Estação; Banda de Abertura: Vitalize




Cidade Negra 

Dia 08/07 Local: Aracati - Praça Dragão do Mar; Banda de Abertura: Julia Dantas
Dia 10/07 Local: Tianguá - Praça de Eventos; Banda de Abertura: Edinho Vilas Boas
Dia 21/07 Local: Campus Sales; Banda de Abertura: Locomotiva
Dia 22/07 Local: Tauá - Parque da Cidade; Banda de Abertura: Dona Zefa
Dia 23/07 Local: Maraguape - Praça da Liberdade; Banda de Abertura: Dona Leda




Artur Moreira Lima

Dia 19/07 Local: General Sampaio; Banda de Abertura: Estrela da Serra
Dia 20/07 Local: Groairas; Banda de Abertura: Estrela da Serra
Dia 21/07 Local: Graça - Praça do Mercado; Banda de Abertura: Estrela da Serra
Dia 2707 Local: Croatá - Praça da Matriz; Banda de Abertura: Estrela da Serra
Dia 28/07 Local: Poranga - Praça da Matriz; Banda de Abertura: Estrela da Serra
Dia 29/07 Local: Monsenhor Tabosa - Praça da Matriz; Banda de Abertura: Estrela da Serra

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Em cargo decorativo, José Serra só faz o que Aécio manda

Do Blog Os Amigos Do Brasil

Notícia publicado no jornal Folha de São Paulo. Na primeira reunião do Conselho Político do PSDB sob a presidência do ex-governador José Serra, o tucano sugeriu que o partido divulgue uma dura análise de conjuntura contra o atual governo. O texto inicial produzido pelo próprio Serra afirma que o País está “sem rumo claro” e é dirigido com hesitação quando se trata de questões econômicas. A proposta será submetida ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), que ontem não estava presente na reunião, e a versão final será divulgada apenas amanhã, por orientação de Serra.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que será homenageado hoje de manhã pelos 80 anos completados no dia 18 passado, em solenidade preparada pelo PSDB no auditório Petrônio Portela do Senado, também participou da reunião. Indagado sobre o documento acordado pelos conselheiros, Fernando Henrique disse que aprovou o tom “objetivo” adotado e acrescentou: “Eu sigo o Serra”. Bem-humorado, destacou que o conselho não personalizou críticas a ninguém e encerrou a entrevista: “Agora chega. Vocês querem que eu fale mal da minha presidenta?”
Sérgio Guerra definiu a primeira manifestação do conselho como “uma crítica mais organizada ao conjunto do governo”.
Quando os jornalistas insistiram em saber de Fernando Henrique como o governo petista tem tratado a herança deixada por ele, o ex-presidente respondeu: “Como em toda herança, você pode perdê-la ou aumenta-la. Algumas coisinhas foram perdidas, e em outras houve ganho. É natural, assim é a vida”.
Combatividade. Serra defendeu a tese de que o PSDB seja preparado para tornar-se um partido “mais combativo em todo o Brasil” e observou que ainda falta “avançar muito” nesse quesito. Por isso mesmo, a ideia é que o Conselho Político se reúna a cada dois meses e apresente análises de conjuntura como a que será divulgada amanhã. Todos os documentos produzidos pelos conselheiros deverão ser enviados aos diretórios estaduais do PSDB para que sejam debatidos pela militância em todo o País. “Temos de politizar mais as ações partidárias”, disse Serra.
Quem representou os governadores no conselho foi Marconi Perillo, de Goiás. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que participa do colegiado na condição de ex-candidato a presidente, apresentou proposta de criação de um “gabinete-sombra” para acompanhar e fiscalizar as ações do governo, mas destacou que nomear 40 técnicos para acompanhar cada ministério seria um exagero. “Teremos uma equipe organizada por setores centrais que vão nos balizar para o partido fiscalizar o governo e atualizar suas políticas”, anunciou Guerra ao fim do encontro.

Banda larga popular estará disponível em até 90 dias

Os Amigos da Presidente DILMA



O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, anunciou oficialmente nesta quinta-feira, 30, o fechamento do acordo com as operadoras de telefonia para oferta de banda larga de 1 megabit por segundo a R$ 35 no Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). A oferta estará disponível em até 90 dias
O preço cobrado pelas empresas será o mesmo, independente se o serviço disponível for banda larga será fixa ou móvel. Bernardo fez questão de frisar que o usuário não estará obrigado a contratar outros serviços, como uma linha de telefone fixo, por exemplo, para ter acesso à banda larga popular.
A previsão do ministro é que a adesão ao PNBL seja superior a 70% dos consumidores que não têm banda larga atualmente. Assinaram o acordo as concessionárias de telefonia fixa Oi, Telefônica, Sercomtel e CTBC.
Os parâmetros de qualidade da banda larga ofertada serão definidos por regulamentos que serão aprovados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Segundo o ministro das Comunicações, o regulamento de qualidade da banda larga fixa será votado pela Anatel em 28 de julho e, posteriormente, será colocado em consulta pública.
O regulamento que estabelece padrões de qualidade da internet móvel já passou por processo de consulta pública. Os dois regulamentos deverão estar aprovados pela Anatel e publicados no Diário Oficial da União até 31 de outubro. O compromisso foi firmado ontem pelo presidente da agência, Ronaldo Sardenberg, perante a presidente Dilma Rousseff.

Banda larga de 5 mega em 2014

A banda larga vendida nos moldes do PNBL terá sua velocidade aumentada gradativamente, até atingir 5 megabits por segundo, em larga escala, em 2014. Paulo Bernardo, porém, não informou quanto seria o preço, mas ponderou que será menor que o cobrado atualmente.
O ministro ressaltou, no entanto, que a oferta de banda larga para o PNBL não terá injeção de dinheiro público.
Bernardo anunciou ainda que a Eletrobrás poderá se associar à Telebrás para ofertar banda larga em todo o País. Segundo Bernardo, as duas estatais poderão constituir uma empresa para fazer oferta de banda larga no atacado.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

América Latina: por que no Brasil é diferente?

Eu vi no Blog do EASON 



Ao contrário do que ocorre em outros países na América Latina, aqui não se conseguiu avançar na regulação do setor da comunicação. Os dois governos do presidente Lula esbarraram nessa barreira histórica e, não há indicações, até agora, de que o governo Dilma conseguirá vencer os “poderosos interesses” mencionados pelo Ministro das Comunicações.

Venício Lima na Carta Maior


Em conversa recente com o professor da Universidad Torcuato Di Tella, Philip Kitzberger, que realiza pesquisa comparada sobre políticas de comunicações na América Latina, insisti que a grande diferença do Brasil em relação aos outros países que estuda – Argentina, Bolívia, Equador e Venezuela – é que aqui, no período posterior ao regime militar, apesar da eleição e reeleição de um governo categorizado como “populista de esquerda”, não houve mudanças em relação aos interesses que são atendidos na formulação da política pública do setor. Continuam a prevalecer os grandes empresários privados, aliados a grupos familiares e oligárquicos da velha política regional e local.
Propostas sequer se tornam projetos
No Brasil, antes mesmo de se transformarem em projetos de lei, minutas de propostas que não atendam aos interesses dominantes, têm sido vigorosamente combatidas e logo abandonadas pelo governo. Os exemplos mais conhecidos – mas não os únicos – são o “pré-projeto” [vazado na imprensa] de transformação da ANCINE em ANCINAV, em 2005, e o até agora inédito pré-projeto de novo marco regulatório para a radiodifusão, que teria sido elaborado na SECOM-PR ao final do governo Lula (dezembro de 2010).
Quando, eventualmente, “projetos” são apresentados ao Congresso Nacional, como o de criação de um Conselho Federal de Jornalismo, a reação contrária é tão formidável que nem a tentativa de substituí-lo por outro, de criação de um Conselho Federal de Jornalistas – a exemplo de conselhos existentes para outras profissões como, por exemplo, advogados e engenheiros – se concretizou. O projeto original foi arquivado sem que seu mérito fosse de fato debatido, como seria de praxe nas democracias representativas chamadas de liberais.
Mesmo assim, analistas conceituados argumentam que os dois exemplos acima fazem parte de um “encorpado caldo de cultura contra a mídia” existente no Brasil e foram não só “iniciativas do governo federal na administração de Luiz Inácio Lula da Silva (…) que pretendiam aumentar o controle da mídia”, como “quase [sic] se concretizaram”.
Outra característica que diferencia o Brasil de outros países latino-americanos é que aqui, historicamente, os grupos dominantes têm (a) impedido a regulamentação de normas e princípios constitucionais e/ou, (b) quando regulamentadas, as normas são impedidas de funcionar e/ou (c) até mesmo o debate sobre o tema tem sido interditado publicamente, isto é, só merece a atenção da grande mídia para ser satanizado.
Quais as perspectivas de futuro?
Diante dessas afirmações, a pergunta natural para um observador externo é: quais são as projeções para o futuro? Há alguma perspectiva de alteração desse quadro? Quais são os indicadores mais recentes que apontam para onde o Brasil caminha neste setor?
Registro três exemplos.
1. A Audiência Pública conjunta de cinco comissões, realizada no Senado Federal, no dia 16 de junho, para discutir projeto que tramita no Congresso Nacional desde 2007 e que pretende regulamentar a televisão paga. A audiência confirmou:
(a) as divergências entre as teles e as empresas de radiodifusão, que se tornaram públicas desde a definição do sistema de TV digital, quando os radiodifusores venceram a disputa; (b) as divergências internas entre as próprias empresas de radiodifusão. Representantes da Globo, do SBT e da Record falaram em nome da ABERT e expressaram posições diferentes; (c) a exclusão de representantes da sociedade civil organizada do debate, impedidos de participarem da audiência; (d) o conflito entre o Congresso Nacional e alguns grupos empresariais com a ANATEL, acusada de tentar “legislar” sobre televisão paga; (e) a ameaça de judicialização de uma eventual regulação aprovada pelo Congresso Nacional feita pelo representante da Associação das Programadoras. Em resumo: não se vislumbrou qualquer consenso. De certa forma, fica paralisado o andamento de um projeto de lei que tramita há mais de quatro anos e tenta apenas a regulação parcial do setor.
2. A exposição do Ministro das Comunicações no IIº Encontro Nacional de Blogueiros Progressistas, Brasília, em 17 de junho.
Falando como se o tema “marco regulatório” fosse uma questão nova, o ministro reafirmou que a regulação do setor “envolve poderosos interesses econômicos” e, indiretamente, deu a entender que entende regulação como sendo a regulamentação de normas que já estão na Constituição de 1988 e, mesmo assim, com muita calma e cautela (23 anos depois!).
3. Apesar de várias constituições estaduais haverem incluído, desde o final da década de 80 do século passado, artigos sobre a criação de conselhos estaduais de comunicação – a exemplo do artigo 224 da Constituição Federal – a exceção da Bahia, nenhum outro estado conseguiu até hoje, regulamentar esses artigos. Apesar do importante apoio de entidades representativas como a CBJP/CNBB, a própria OAB-Nacional, manifestou sua oposição à regulamentação dos artigos que prevêem a criação desses conselhos, em outubro de 2010.
A diferença do Brasil na América Latina
Ao contrário do que ocorre em países nossos vizinhos na América Latina, aqui não se conseguiu avançar na necessária regulação do setor de comunicações. Os dois governos do presidente Lula esbarraram nessa barreira histórica e, não há indicações concretas, até agora, de que o governo Dilma conseguirá vencer os “poderosos interesses” mencionados na fala do Ministro das Comunicações.
A novidade(?) é que organismos internacionais e atores dominantes no Brasil passaram recentemente a defender a “autorregulamentação” como alternativa para a regulação do setor de comunicações.
Essa é a diferença brasileira.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Pimentel apoia financiamento do BNDES para fusão do Carrefour com Pão de Açúcar

Agência Brasil

Para o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, a fusão entre a rede de supermercados brasileira Pão de Açúcar e a multinacional francesa Carrefour não deve causar prejuízos à concorrência no setor de varejo. Pimentel ainda criticou os bancos nacionais que, segundo ele, não investem no país. Por isso, apoia a participação do BNDES na operação.

Segundo o ministro, se confirmada a fusão, as duas empresas teriam menos de 30% do mercado de varejo de alimentos no país. “Quem analisa isso não somos nós, é o Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica], mas, pelos dados do setor, mesmo que a fusão se concretize, isso vai concentrar 26%, 27% no máximo, do varejo de alimentos do Brasil. É muito pouco e não acho grande risco à concorrência”, disse Pimetel após participar de audiência pública na Câmara dos Deputados.

Sobre a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) na operação, Pimentel disse que, se vier a ocorrer, com recursos em torno de R$ 4 bilhões, deve ser na forma de compra de ações e não de empréstimo direto. O ministro ressaltou que a possível participação do BNDES na operação só ocorrerá por causa da falta de interesse do setor privado em financiar esse tipo de operação.“Isso tudo seria resolvido se o setor financeiro privado do Brasil fizesse o seu papel, que é financiar a indústria nacional”.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Brasil vai apoiar candidata francesa à gerência do FMI


Correio do Brasil
Christine Lagarde é a ministra da economia da França e possível sucessora de Strauss-Khan no FMI

O Brasil vai apoiar a francesa ChristineLagarde para o cargo de diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), disse à agência inglesa de notícias Reuters uma fonte do governo nesta terça-feira. A fonte, que pediu anonimato, disse que o país deve divulgar, ainda nesta manhã, comunicado conjunto com a Argentina informando o apoio.
Lagarde concorre com o presidente do Banco Central do México, Agustín Carstens, para substituir Dominique Strauss-Kahn, que renunciou no mês passado em meio a acusações de crime sexual. Apoiada pela União Europeia, o G8 e alguns países africanos, Lagarde é a principal concorrente.
Nesta manhã, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, anunciou o apoio formal de seu país à francesa, enquanto o ministro russo das Finanças, Alexei Kudrin, disse que a Rússia vai votar por ela. O FMI quer nomear um novo diretor-gerente até o dia 30 e Lagarde segue como favorita ao cargo.

Marieta Severo é convidada a interpretar a Dilma em filme

estadão.com.br

A atriz Marieta Severo pode interpretar a presidente Dilma Roussef nos cinemas. O convite foi feito pelo produtor Antônio de Assis na última sexta-feira, 24, para uma adaptação do livro A Primeira Presidenta, de Helder Caldeira, lançado no início do ano.
De acordo com a assessoria de imprensa da atriz, “o convite foi recebido de bom grado, mas Marieta ainda estudará o roteiro antes de aceitar a papel”.
A obra que baseia o filme não é uma biografia de Dilma Roussef, mas uma análise de sua trajetória política até chegar à presidência e conquistar o feito histórico de se tornar a primeira mulher no cargo.
Não há informações sobre a produção e o lançamento do longa. O produtor Antônio de Assis não foi encontrado.